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....:: Blog de Claudia Nakazato ::....
 


Especial:

Participação do ouvinte da Rádio Banzai conhecido como MANO DA QUEBRADA-VIDA LOKA, ou então por Adriano

 

Nosso querido amigo, Mano da Quebrada esteve em um show, acredito eu que seja um dos mais cobiçados shows do J-POP, estou falando da apresentação de Amuro Namie!

 

Confira abaixo, os detalhes do evento, nas palavras de Adriano, o Mano da Quebrada!

 

Olá! Sou o Adriano e vim falar um pouco sobre o show da Amuro Namie, que aconteceu no dia 16 de novembro de 2008 no Shizuoka Arena, Japão.

Bem, não sei explicar tudo, como a emoção foi tão grande, aqui vai um trechinho do show:

 

O show teve duração de duas horas e meia e logo na abertura aparece no telão, a menina que fez o clip da música “Do Me More”, como se um livro do Best Fiction abrisse e então, aparece a menina, e quando se abre a porta do Best Fiction, a cantora Amuro Namie entra no cenário deste clip e então começa o show com a música “Do Me More”.

 

Amuro aparece sentada numa cadeira, com roupa preta, e cada música que apresentava o cenário mudava. Quando apresentou a música do New Look, voltou para o telão e aparece a menina andando e de repente vê um sapato enorme, ela chega perto e então aparecem vários sapatos pequeninos. Começa então a música do New Look, com Amuro sentada num sapato de prata, enorme e com as suas dançarinas.

 

Depois de diversas músicas, a mesma menina caminha e econtra o globo luminoso, ela pega e coloca no ouvido e começa a tocar “Rock Steady”.  O legal foi a música “Hide & Seek”, pois aparece o pessoal com a bandeira do Best Fiction. Duas pessoas jogaram a bandeira e nessa hora, passavam um para o outro e a bandeira caiu no meio, e isso foi muito engraçado porque a Amuro já estava descendo e cantando, e depois de volta ao telão, a menina entra debaixo de uma árvore, começa a andar até que começa a música “What A Feeling”.

 

Quando apresenta a música “Baby Don’t Cry”, Amuro Namie canta e apresetna todo o pessoal, os dançarinos, baterista, guitarrista e o baixista. Ela se despede de todos os fãs, e o público gritava “Amurooo… Amurooo”.

 

E assim termina o show Best Fiction Tour 2008/2009 de Amuro Namie.

 

Veja algumas fotos do show:

 

 

 

 

 

Mano, agradeço demais por ter participado deste blog!

 

Beijos e até a próxima!

 

Cláudia Nakazato

 



Escrito por Cláudia Nakazato às 23h28
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Especial: Participação do ouvinte da Rádio Banzai conhecido como Spirit Virtual, ou então por Cláudio Isao

 

O Spirit esteve no evento comemorativo ao Centenário da Imigração Japonesa no Brasil que aconteceu em Hamamatsu, no Japão. Veja algumas fotos registradas pelo próprio durante o passeio e também o que achou das festividades!

 

"Gostei do evento comemorativo ao Centenário da Imigração Japonesa no Brasil. A exposição no edifício Forte, mostrando as fotos dos primeiros imigrantes que percorreram o longo caminho de ida ao Brasil no navio Kasato Maru. Também pelas inúmeras apresentações de vários grupos, mostrando um pouco do que é o Brasil ao povo japonês ou do que o imigrante japonês, hoje brasileiro, aprendeu nesses cem anos. Desde o início do ano houve muitas festividades aqui em Hamamatsu, os quais inúmeros brasileiros e japoneses participaram juntos. Hoje existem integrantes japoneses nas escolas de samba, capoeira e outras atividades. Por outro lado tem muitos brasileiros trabalhando em repartições públicas japonesas, hospitais, prefeituras. Sou nissei, descendente de japoneses, mas tenho orgulho de ser brasileiro."

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Spirit, agradeço pela sua participação em meu blog e também pela dedicação em enviar as fotos do local. Com certeza todo esse conteúdo é um atrativo a mais neste espaço que pode ser preenchido por todos que estiverem, como você, afim de participar!

 

Abração!

 

Cláudia Nakazato



Escrito por Cláudia Nakazato às 23h45
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Oie!

Este é o programa CN Notícias!

Assista e comente!

Bjos e até a próxima!

Cláudia Nakazato



Escrito por Cláudia Nakazato às 00h10
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Olá pessoal, tudo bem?

Bom, hoje postarei a primeira edição do programa The Pop News, um programa cheio de novidades de artistas do mundo todo!

Confira e deixe seu comentário!

Até a próxima!

Cláudia Nakazato



Escrito por Cláudia Nakazato às 21h07
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Olá!

Mais um 'post' para você!

Até a próxima!



Escrito por Cláudia Nakazato às 15h27
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Uhuw!

Julho, o mês do ROCK N’ ROLL!

 

E Rockabilly é com Black Sheep Rules!!!

 

 

E no mês mais louco do ano (hahaha), ou seja, Julho, o mês do Rock N’ Roll, ou melhor, o mês em que o mundo inteiro comemora no dia 13, o dia Mundial do Rock, eu não poderia deixar de escrever algo sobre esse tão maravilhoso estilo de música, ou seja lá o que for isso, apenas sei que aquele que não tem rock n’ roll dentro de si, não faz idéia do que está perdendo, viu! (hahahaha)

 

Na última sexta-feira tive o grande prazer de assistir ao show que foi simplesmente M A R A V I L H O S O (hahahaha) das bandas Crazy Legs, e a melhor:

 

B L A C K * S H E E P * R U L E S

 

Foi algo inexplicável! Eu fiquei encantada com a qualidade do som que ouvi no Centro Cultural São Paulo na noite de sexta. A banda toca um rockabilly perfeito! O vocalista, Ricardo Alpendre, possui uma voz surpreendente e uma presença de palco incrível! Acho que puderam perceber o quanto esse show me comoveu, como eu mesma digo, né? (hahahaha) Foi demais mesmo! Eu amei, e com certeza já estou esperando pela próxima oportunidade de revê-los!

 

Confira algumas fotos dos queridíssimos:

 

Banda Black Sheep Rules no Centro Cultural São Paulo

 

Black Sheep Rules no CB Bar

 

Essa banda, eu recomendo!

 

Acessem: www.myspace.com/blacksheeprulesrockabilly

 

Até a próxima!



Escrito por Cláudia Nakazato às 23h17
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Aos poucos, alguns comentários sobre o

Festival do Japão!

 

 

E como disse no último ‘post’ farei comentários sobre o Festival do Japão 2008, sendo esta a 11ª edição do evento, que traz ao público do estado de São Paulo, uma infinidade de atrações, levando a cultura japonesa para perto dos brasileiros, ou mais precisamente, aos paulistas.

 

Realmente foi um evento cheio de surpresas, emoções e festa, mas muita festa! Principalmente neste ano em que comemoramos os 100 anos da Imigração Japonesa no Brasil.

 

Uma das principais atrações que a Rádio Banzai trouxe para seu estande no evento, foi a presença do ex-judoca Aurélio Miguel, para uma breve entrevista.

 

Ele contou um pouco sobre a sua carreira no judô, e ainda falou sobre o Festival do Japão e a cultura japonesa, que em sua opinião, considera importante a participação de japoneses no desenvolvimento de diversos setores de nosso país. A entrevista foi conduzida por mim, e Miyuki Morikawa, também locutora da Rádio Banzai.

 

Veja algumas fotos:

 

Aurélio Miguel no estúdio móvel da Rádio Banzai

 

Cláudia Nakazato e Aurélio MIguel durante entrevista na Rádio Banzai

 

Aurélio Miguel e Miyuki Morikawa no estande da Rádio Banzai

 

Aurélio Miguel é também vereador, e em seu site postou uma nota sobre sua entrevista à Rádio Banzai e também algumas fotos.

 

Acesse o link direto:

 

http://www.aureliomiguel.com.br/2008/diadia094.htm

 

Até a próxima, galera!



Escrito por Cláudia Nakazato às 22h30
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Oba!

 

Mais um super evento com

a participação da Rádio Banzai!

 

É o 11º Festival do Japão!

 

Acontece nos dias 18, 19 e 20 de julho mais uma atração em homenagem ao centenário da imigração japonesa no Brasil. Esta será a décima primeira edição da festa que reúne os mais diversos atrativos da cultura nipônica, como dança, música, apresentações de taikô, workshops, exposições e outras atividades.

 

E a Rádio Banzai estará mais uma vez com estúdio móvel transmitindo sua programação com flashes ao vivo do evento para todo o mundo! A minha participação na rádio acontece nos dias 19 e 20, das 13 às 18 horas e eu espero pela sua participação através da sala de bate papo mais animada da internet, ok?!

 

Acesse: www.radiobanzai.com.br

 

Ou vá ao evento:

 

Local: Centro de Exposições Imigrantes

Rodovia dos Imigrantes, km 1,5 – São Paulo

O evento disponibilizará um ônibus gratuito partindo dos metrôs Jabaquara e São Judas.

Ingressos: R$ 5,00 (grátis para crianças até 8 anos e maiores de 65 anos)

Mais informações: www.festivaldojapao.com

 

Logo mais, postarei as fotos do evento!

 

Até lá!



Escrito por Cláudia Nakazato às 18h44
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Comemorações do Centenário da Imigração Japonesa no Brasil

 

ANHEMBI

 

As festividades aconteceram de 13 à 22 de junho no Anhembi. Foi muito legal, quer dizer, o que consegui ver foi muito bom, pena que das diversas atrações, eu só pude mesmo ver algumas poucas, pois com meus trabalhos, quase não tive tempo de ver as exposições, as apresentações de taikô, shows, o Paulistão 2008 que queria tanto assistir, a passagem do príncipe Naruhito, e outras coisinhas. Mas a exposição de ikebanas eu vi, estava lindíssimo!

 

Ikebana: a minha preferida!

 

De qualquer forma posso afirmar que foi um evento muito importante, é o reconhecimento do povo brasileiro ao japonês que tanto lutou durante suas primeiras passagens neste país, que na época era totalmente desconhecida e de cultura diferente, e esses orientais trouxeram tantas coisas boas para este Brasil que temos hoje.

 

Cláudia Nakazato: no Estúdio Móvel da Rádio Banzai no Anhembi

 

Uma pena foi não ter conseguido tempo de registrar os detalhes que mais me comoveram, como por exemplo, os visitantes da terceira idade, que admiro tanto só de observá-los, parece que eles conseguem mostrar sua paz, toda sua história, a bondade, a paciência, diretamente no rosto. Quando passava por eles lá no Anhembi sentia uma vontade de chorar, mas era uma vontade tão grande, de chorar, mas por me emocionar ao vê-los, não sei explicar, é algo inexplicável que acabei sentindo naquele momento.

 

Outro acontecimento muito importante para mim, neste evento, foi participar da breve entrevista com a cantora Fernanda Takai, que lançou no ano passado um trabalho solo, um releitura de músicas cantadas por Nara Leão, uma das maiores vozes da Bossa Nova, estilo de música que completa, em 2008, seus 50 anos. As características da voz de Fernanda Takai são as mesmas de Nara Leão, voz suave, aquelas que se canta ao pé do ouvido, bem baixinho e delicadamente. Além de ser dona de uma voz maravilhosa, Takai é também muito simpática, concedeu à Rádio Banzai uma rápida entrevista, mas que agradou e atraiu aos fás que compareceram ao evento naquela noite de domingo, último dia de evento.

 

Entrevista: com Fernanda Takai

 

Entrevista: Miti, Celso Likio, Cláudia Nakazato e Fernanda Takai

 

E falando em último dia de evento, e em Fernanda Takai, foi ela mesma quem encerrou as festividades em comemoração ao centenário da imigração japonesa aqui no Brasil, com seu show solo, no Palco Elis Regina.

 

Show de Encerramento: Fernanda Takai

 

Com certeza este evento me marcou muito e estará registrado comigo para sempre!



Escrito por Cláudia Nakazato às 20h23
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Por Cláudia Nakazato

PARTE II de II

Mais tarde, as colônias sofriam com as doenças como a malária que atingiu uma centena de trabalhadores, a seca e as nuvens de gafanhoto começaram a destruir os cafezais, porém isso fez com que os japoneses pensassem numa melhor estruturação das colônias que com o passar do tempo cresceram e se espalharam por todo o Brasil.

 

A perseverança dos japoneses fez com que aos poucos atingissem o sucesso desejado. Depois da triste experiência dentro dos cafezais, os imigrantes começaram a investir na plantação de arroz, milho, tomate, feijão e batata. Houve épocas de más colheitas devido à inexperiência e chegaram a ficar endividados, mas com o incentivo de cooperativas agrícolas, os trabalhadores se reergueram e chegaram a representar 5% dos agricultores paulistas.

 

Com a Segunda Guerra, os imigrantes passaram a sofrer represálias, qualquer tipo de comunicação com o Japão era proibido, viviam como prisioneiros em terra estrangeira. Após muito lutar, o Imperador Hirohito, renunciava sua condição divina e admitia a derrota.

 

Muitos japoneses não acreditavam no fracasso, os chamados “kachigumi”, ou seja, os vitoristas, que mais tarde impuseram suas próprias regras às colônias e qualquer manifestação contra o império japonês era considerada crime. Apesar da luta contra os “makegumis”, ou derrotistas, os japoneses vitoristas não venceram a guerra interna que acontecia no seio da humanidade e muitos voltaram para sua terra natal, mas com a esperança de que seus filhos ou netos poderiam ainda prosperar em terras brasileiras.

Em abril de 1952, as relações diplomáticas entre Brasil e Japão foram reatadas e novos trabalhadores nipônicos chegavam no país, foram mais de 53,5 mil japoneses, porém com vontades diferentes dos primeiros imigrantes, eles escolhiam apenas uma nova terra, que ficariam para sempre.

 

No ano de 1954, o Brasil homenageou o Japão e como símbolo da reconciliação entre os países após a Segunda Guerra criou-se o Pavilhão Japonês no coração do Parque do Ibirapuera, em São Paulo inaugurado no aniversário de 400 anos da cidade, e isso impulsionou a multiplicação de entidades nikkeis no país.

 

Mais tarde, em 1955, o governo brasileiro permitiu pela primeira vez em toda a história que solteiros entre 18 e 25 anos trabalhassem nas lavouras das cooperativas e recebiam treinamento de técnicas agrícolas e até industriais.

 

Com o passar dos anos, o comércio comandado pelos japoneses cresceu, empresas nipo-brasileiras surgiam na década de 50 e 60, com fabricação artesanal dos produtos que geravam grandes lucros após a estruturação de seus negócios.



Escrito por Cláudia Nakazato às 00h08
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Centenário retrata contrastes entre sofrer, lutar e vencer

Anos de batalha pela conquista de um território desconhecido

 traz emocionante história aos protagonistas da época

que até hoje impressiona e faz refletir 

Por Cláudia Nakazato

PARTE I de II

 

No século XIX, o Japão passava por uma grande crise econômica e os problemas começaram a fazer parte da vida da população japonesa.

Com isso, os conceitos de “ocidentalização” e “modernização” tomaram conta do pensamento de um país isolado, em busca de reacender economicamente o país, por isso houve uma aproximação entre Japão e Brasil, para buscar redescobrir a riqueza dentro de um país desconhecido, enquanto que os brasileiros corriam atrás de mão-de-obra barata.

 

Em 1895, o deputado Tadashi Nemoto visitou São Paulo e assinou o Tratado de Amizade Brasil-Japão, que foi o marco inicial para uma grande parceria entre os países.

 

No ano de 1907, o presidente da Companhia Imperial de Imigração, Ryu Mizuno, viabilizou a travessia pioneira do navio Kasato Maru que transportou em dia 28 de abril de 1908 as 781 pessoas de diferentes províncias japonesas para o desconhecido Burajiru (Brasil).

 

Foram 52 dias de viagem, quando na manhã de 18 de junho, após dias de enjôos, cansaços e diante de higiene precária, a tripulação finalmente desembarca no Brasil.

 

Após a assinatura dos contratos de trabalhos na região da Moóca, em São Paulo, os imigrantes japoneses começam a enfrentar o trabalho nas lavouras com chapéu na cabeça, óculos de aros dourados e lenços de seda, para causar boa impressão e atender às normas de etiqueta de seu país, enquanto que os fazendeiros estranhavam tais atitudes que demonstravam pouca habilidade no trabalho na roça.

 

Para alcançar o sonho de colher ouro do pé de café, os trabalhadores tinham a meta de encher nove sacos de café colhidos por dia, porém os japoneses enchiam apenas dois sacos, uma quantidade muito inferior que não os levavam tão cedo à riqueza, e isso fazia com que perdessem a energia e cada vez mais a produção caía.

 

A adaptação em terras brasileiras foi uma das grandes dificuldades dos japoneses, que não acreditavam que as condições de vida eram tão desumanas. Eles se hospedavam em casebres de tijolos e madeira já utilizados anteriormente por outros colonos que tinham maus hábitos e deixaram os locais impregnados pelo péssimo cheiro. A comida também teve de ser adaptada, pois no Brasil a alimentação tinha grande volume de gordura, o que não fazia parte dos costumes dos japoneses.

 

Desiludidos com a publicidade do governo japonês, 45% dos imigrantes fugiram dos cafezais, mas nem todos eles recuaram diante das adversidades e conscientes de que para alcançar o desejo de enriquecer precisariam de muito esforço começaram a deixar de lado o sonho de ficarem ricos em curto prazo e elevaram seus espíritos de guerreiros com o recomeço do árduo trabalho nas lavouras do interior do Brasil.

 

Os trabalhadores juntavam dinheiro para arrendarem pequenos lotes de terra, próximas às fazendas e mais tarde adquiriam terras maiores para a abertura dos chamados núcleos de colônia. Nos anos 30, o número de colônias subiu para mais de 600.



Escrito por Cláudia Nakazato às 00h17
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Olá, querido leitor!

 

Em homenagem ao Centenário da Imigração Japonesa no Brasil, faço uma postagem da reportagem sobre o tema que está repercutindo demais neste país, e isso mostra o quanto foi importante a vinda destes imigrantes e o reconhecimento de toda a nação brasileira.

 

No próximo dia 18 de junho serão completados os 100 anos da vinda destes imigrantes japoneses e a reportagem especial sobre o tema tão especial será postado em duas partes!

 

Tenha uma ótima leitura!

 

Cláudia Nakazato



Escrito por Cláudia Nakazato às 00h14
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Será que dessa vez vai?! hahahahaha…

 

Olá, querido leitor de meu blog, tudo bem com você?

 

Bom, você percebeu que aquela minha promessa de atualizar todos os dias este espaço foi pro brejo né? hahaha… Pois é, a minha rotina de vida loka começou mesmo em março, quando as aulas da faculdade iniciaram… e foi então que percebi que não conseguia dar conta disso… com a volta da faculdade, tudo ficou cada vez mais corrido e infelizmente esta é a realidade. Apesar de não ter mais tempo para “nadica de nada”, a vontade ainda é imensa de postar sempre, por isso farei novos “posts” a cada intervalo de tempo que surgir na minha vida loka! hehehe…

 

Aquele lance de postar algo sobre os temas que defini inicialmente, agora já virou bobagem. O intuito disso era a prática da escrita jornalística, mas este ano, na faculdade, eu pratico esse exercício sempre (graças à Deus) e agora no trabalho também, portanto, os textos serão sobre assuntos mais legais, pelo menos na minha opinião, é claro! heheheh…

 

Tenho diversos temas para escrever aqui, mas como você sabe, o que me falta é??? TEMPO! hahaha… mas aos poucos a coisa anda e tudo dará certo, né?!

 

Espero que o novo estilo do blog atraia ainda mais a sua leitura e me traga muitos comentários interessantes!

 

Bom, eu fico por aqui, mas devo voltar logo, logo, quando você menos esperar!

 

Beijos à você!

 

Cláudia Nakazato



Escrito por Cláudia Nakazato às 23h46
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De volta às postagens...

 

 

No primeiro dia do mês de abril tive o prazer de completar 24 anos de idade, nada é tão importante para mim quanto viver todos os dias com muita saúde, alegria e disposição para enfrentar as dificuldades e desafios, sejam eles prazerosos ou dos mais complicados, deste mundo em que fazemos parte. Mas não é bem sobre isso que desejo escrever hoje.

 

No dia do meu aniversário ganhei um presente totalmente inesperado, e que me fez 100% feliz!

 

Ganhei uma biografia de Cazuza escrita por sua mãe, Lucinha Araújo.

 

 

Tempos atrás pude assistir ao filme que conta a história do cantor Cazuza, o qual me comoveu profundamente ao ver o sofrimento do artista e sua família, e a partir daí comecei a admirar cada vez mais este grande artista brasileiro que infelizmente teve um triste fim, porém com sua própria consciência e da família.

 

Ariano, nascido em 4 de abril de 1958, autor de uma vida louca, porém, fácil, fácil. Todas as suas loucuras já faziam parte do seu show. Cazuza tinha uma ideologia própria, em que viver intensamente era mais do que tudo, a partir do momento em que descobriu ser portador do vírus da aids. Cazuza era extremamente exagerado em as suas atitudes e nomeou “soro da verdade” para suas expressões de palavras fortes às pessoas que o cercava, quando, por causa de sua doença, dizia grosserias aos amigos que ajudavam na sua recuperação.

Solidão? Que nada! Andava sempre rodiado de amigos, dava muitas festas em seu apartamento porque para Cazuza, o tempo não parava. Esse cara tinha uma mãe que fazia de tudo para que todo dia nascesse feliz, o amor que tinha pelo seu filho era tão grandioso e lindo, que mesmo com as dificuldades vindas da doença que consumiam a vida de Cazuza, sua mãe, Lucinha Araújo nunca o deixou desanimar.

Cazuza não tinha medo de viver, mesmo sabendo que seus maiores prazeres tinham virado risco de vida. Um risco tão grande, que no dia 7 de julho de 1990 fez com que Cazuza seguisse de encontro a uma nova vida, deixou uma legião de fãs, amigos e sua família que lutava para que ele não fosse embora.

 

 

Um dia todos nós também faremos parte desse novo mundo, mas quando, não sabemos.  Cazuza se foi, mas deixou de presente à todos que ficam, suas belas canções e interpretações que ficarão eternamente marcadas na história da música brasileira.

 

As minhas preferidas? Todas. Cada música mostra um estágio diferente da vida de Cazuza, por isso, se é para lembrar da época em que ele estava presente fisicamente, ouço todas as suas canções!

 



Escrito por Cláudia Nakazato às 23h44
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Galera, peço mil desculpas pela não atualização do meu blog... mas posso adiantar que teremos mudanças aqui neste espaço, certo?!

Logo mais postarei, de modo diferente, meus novos textos, ok?!

Bjos à todos e até mais!



Escrito por Cláudia Nakazato às 08h34
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